sábado, 7 de novembro de 2009

ARTE MULTICOR


MULTICOR - Arte

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ESPAÇO ARTÍSTICO

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Releitura de MonaLisa

Sertanejo


0s museus são, não apenas os grandes repositórios dos vestígios materiais do homem e do meio que nos rodeia, mas também os lugares privilegiados onde se encerra a nossa memória coletiva, mostrando a quem nos visita quem fomos, o que somos e muito do que queremos conservar para o futuro. Mercê da acertada política cultural que tem sido prosseguida pelas autarquias da região, o panorama museológico que temos para oferecer ao visitante nacional ou estrangeiro é rico e variado, respondendo às necessidades locais e permitindo uma visão ampla de uma herança natural e cultural. Das galerias de arte às reservas naturais, passando pelas coleções de arqueologia, e pela história do trabalho, um mundo de referências está à espera de ti...

Jarro, clarim e bandolim

Jarro e guitarra

Artes

A Arte é o painel através do qual a História se mostra da maneira mais limpa, mais verdadeira e mais bela. A reprodução do cotidiano do homem na pintura, na cerâmica, na escultura ou em qualquer forma de expressão é o que une, sólida e indiscutivelmente, a Arte à produção cultural. Como sabemos, a gênese da cultura se revela e se afirma por meio de complexas relações no conjunto de atividades e realizações do homem, como o seu trabalho e sua interação com o meio onde vive, por exemplo.

O trabalho realizado pelo homem é a causa maior e primeira da idéia de cultura. Sem ele, não há evidência de seu desenvolvimento como ente transformador e guia de sua evolução. Por sua vez, o Meio é, em geral, agente definidor da ação humana, pois, ao longo dos séculos, tem sido o determinante de suas iniciativas; e ainda hoje é assim. Desse modo, a arte ao retratar, no decorrer do tempo, os costumes e o trabalho do homem, bem como sua ação no meio, insere-se no contexto cultural desse homem, contribuindo, expressivamente, para a sua evolução e para o resgate constante e necessário de suas origens.

A cultura retratada através da arte na história da humanidade



Trabalho e Arte na Pré-História






Servos trabalhando - Idade Média








Trabalho escravo no Café - Séc. XlX





Di Cavalcanti

Possível autor da iniciativa de 22, Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque Melo, artisticamente conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu no Rio de Janeiro. Teve seu trabalho publicado pela primeira vez em uma revista, em 1914. Realizou sua primeira mostra individual em 1917, como desenhista; era então na opinião de Mário de Andrade, "o menestrel dos tons velados", e utilizava como meio de expressão predileto o pastel, evocando figuras femininas "de angelitude então em voga".

Em 1921 realizou sua primeira exposição de pinturas e em seguida presenciou a Semana de Arte Moderna, ao que parece originada de uma sugestão de Di Cavalcanti e Paulo Prado. Compareceu com 12 obras nas quais se observa certa persistência de tendências passadas, como o Impressionismo e o Simbolismo, temperadas com algumas pitadas de Expressionismo. As críticas, como de costume a qualquer forma de mudança na arte da época, foram intensas e arrasadoras. Após a Semana, Di Cavalcanti embarcou para a Europa onde se dedicou exclusivamente à pintura e onde sofreu muitas influências no trabalho.

Retornando ao Brasil realizou nova mostra e uma exposição individual. Mário de Andrade não poupou elogios aos seus trabalhos e à maneira explendida como mostrou o Brasil como ele é. Suas coisas, sua gente, sua alegria. A década de 40 foi o apogeu do talento de Di Cavalcanti, que se tornou um dos mais notáveis pintores brasileiros gerados pelo modernismo.

TARSILA DO AMARAL

Iniciou sua formação artística em 1916, estudando escultura com Zadig e modelagem com Montovani. Em 1917 iniciou seus estudos de desenho e pintura com Pedro Alexandrino e Georg Elpons, em São Paulo. Em 1920 viajou para Paris e matriculou-se na Academia Julien, freqüentando os ateliês de E. Renard, André Lhote e Fernand Lèger.

Retornou ao Brasil em 1922, integrando-se ao quadro modernista de São Paulo através de Anita Malfatti, formando o Grupo dos 5, com Anita Malfatti, Menotti Del Pichia, Mario de Andrade e Oswald de Andrade. Na semana santa de 1924, Tarsila, Oswald e Cendrars viajaram para as cidades históricas mineiras. É de sua produção a fase Pau-Brasil que vai desse período até 1927.

Ilustrou o livro de poemas "Pau-Brasil" de Oswald de Andrade, (1925) e uma palestra de Blaise Cendrars no Brasil com a obra "E.F.C.B.". Realizou sua primeira individual na Galeria Percier de Paris, França. Em 1929 realizou sua primeira individual no Brasil, no Palace Hotel, Rio de Janeiro. Participa em 1934 do Primeiro Salão Paulista de Belas Artes.

É tema de uma retrospectiva no MAM de São Paulo em 1950. Em 1951 conquistou o Prêmio Aquisição na I Bienal de São Paulo. Teve uma sala especial na VII Bienal de São Paulo em 1963.

TARSILA DO AMARAL

Após estudar em Barcelona e fixar-se em São Paulo, iniciou-se em esculturas com Zadig e Mantovani, e, em 1917, em desenho e pintura com Pedro Alexandrino. Percebeu brevemente então, que não mais se atraía pelo trabalho acadêmico e tinha os olhos voltados para o impressionismo do alemão Georg Fisher Elpons, então, residente em São Paulo. Foi a Paris em 1920, onde orientou-se com diversos mestres e aperfeiçoou sua tendência cubista em contato com Fernand Léger. Durante a Semana de Arte Moderna, Tarsila estava em Paris, onde apresentou uma tela no Salão dos Artistas Franceses. De junho à dezembro deste mesmo ano, esteve no Brasil e integrou o movimento modernista em São Paulo, chamado grupo dos cinco: Ela própria, Anita Malfatti, M.del Picchia, Oswald e Mário de Andrade. Retornou ao Brasil em dezembro de 1923 após encerrar seus estudos com Lhote e Gleizes na França.

Em 1924, em companhia de Oswald de Andrade (com quem se casaria em 1926), Mário de Andrade e o poeta Blaise Cendrars, realizou uma importante viagem a algumas cidades históricas de Minas Gerais.

Essa seria uma viagem determinante para o conjunto de sua obra, pois a colocarm em contato com formas e cores que imprimiriam seu estilo, em termos de "vital brasilidade". Ilustrou o livro Pau-Brasil, de O.Andrade, publicado em 1925, a coletânea de poemas de Feiulles de Route e Le Formose, de Blaise Cendrars, trabalhos que fizeram essa ser a fase conhecida por "fase pau-brasil". Em 1926 realizou sua primeira exposição individual em Paris.

Em 1928, inaugurou a chamada fase antropofágica com sua famosa obra "O Abapuru". Novas viagens a Europa, novas exposições vão se acrescentando à sua carreira. Expôs em Moscou, escreveu artigos sobre arte para o Diário de São Paulo, até 1952. Seguiu com as exposições e fez o painel do Pavilhão de História do Parque Ibirapuera/SP (Procissão do Santíssimo em São Paulo no século XVIII) encomendado pelo Governo de São Paulo. Faleceu a 17 de janeiro de 1973.

Nunca será exagerado afirmar que Tarsila é um dos grandes nomes de toda arte brasileira.

FONTE: Arte Moderna em Telas e

Dicionário das Artes Plásticas no Brasil - Roberto Pontual



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ALMANAQUE XICO SÍTIO


Chingon
MEXICAN SPAGHETTI WESTERN
01-Se Me Paro. 07-Bajo Sexto (Six Below).
02-Malagueña Salerosa. 08-Cielito Lindo.
03-Fideo Del Oeste. 09-Mexican Sausage Link.
04-Severina. 10-Siente Mi Amor
05-Alacran y Pistolero. 11-Cuka Rocka (Extended).
06-El Rey De Los Chingones.

Una verdadera joyita ke es este disco!!
merece mucho la pena escucharlo..!!

DESCARGA

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Desenhos com a máquina de escrever


ARTISTA DATILOGRAFA DESENHOS













Uma artista britânica usa uma máquina de escrever antiga para criar desenhos e retratos.






Keira Rathbone tecla números e letras e usa os espaços em branco do papel para “desenhar” retratos e paisagens. Para criar sombras, por exemplo, ela tecla diversas vezes no mesmo lugar, imprimindo mais tinta no papel.

Além de retratar pessoas comuns, ela também criou retratos de celebridades, como Nicole Kidman, Kate Moss e Tom Hanks.



A artista leva até 90 horas para terminar alguns dos desenhos mais detalhados, como paisagens.

Ela começou a fazer os desenhos há cinco anos, quando comprou uma máquina de escrever antiga em um bazar.

“Ao invés de escrever, comecei a fazer desenhos com ela e não parei mais”, disse a artista.

Rathbone pretende ir além dos desenhos e usar sua técnica para colaborar com estilistas de moda e aplicar o seu processo de produção na criação de roupas e acessórios.



Exposições

Os desenhos datilografados de Rathbone chamaram a atenção do público e ela já realizou diversas exposições no Reino Unido.

Nessas ocasiões, a artista também cria alguns desenhos ao vivo para que o público possa entender como é seu processo de produção.

A mais recente exposição da artista, "Plant Types" ("Tipos de Planta") traz desenhos de paisagens, plantas e flores teclados com a máquina de escrever.


A exposição ficou em cartaz até o dia 30 de janeiro na galeria Grove Studio, em Bournemouth, no sul da Inglaterra.






























































































FONTE: bbc.co.uk/portuguese


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Gutierrez